EM CLIMA DE PAI CÉU
Meu amado irmão(a)! O ano de 2003 está com seus dias expirados. Nesta época é comum a gente fazer avaliações que nos apresentam saldos satisfatórios e decepcionantes. Vamos encontrar projetos que sequer entraram na gaveta do tempo. É comum ouvir que na bíblia estão 365 vezes, o equivalente aos dias do ano, as palavras: “Não temas”. Fomos ou não capazes de usar esses valores? Talvez a maioria de nós tenha usado um percentual muito insignificativo desta e outras promessas que compõem o caráter paterno do Deus que chega a dizer em sua palavra: “Porque eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela tua mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei”.(Isaías 41:13).
É certo que em 2003 fizemos muita coisa que não deveríamos, e não fizemos muitas que eram necessárias. Mas o tempo não é como o medidor de quilometragem do automóvel, que pode ser violado. O túnel do tempo só aceita a passagem do imaginável para mostrar que, de fato, tudo passa e nós simplesmente voamos.
E agora vem ai o ano 2004, e muitos sonhadores em alto e bom som, já começaram a esfregar suas lâmpadas esperando que um generoso gênio saia para atender pelo menos três importantes pedidos. Gurus, magos, bruxos e uma gama de outros mitos religiosos saem do anonimato para dizer o que suas bolas de cristais e varas encantadoras, com o mesmo gosto do cheio de nada e vazio de tudo, têm para os novos dias.
Dia 31 de Dezembro de 2003 será o fim de um segundo, uma hora, um dia, um mês, um ano. Quantos fins estão programados! Mas, que acima de todos esses fins e afins, venha o fim do mundo do desânimo, do pessimismo, da hipocrisia, egoísmo, soberba, ganância, politicagem e tantos outros valores que só servem para fazer a vida morrer.
Ano 2004! Que, a princípio, ninguém tente fazer mais do que Cristo fez, apesar d’Ele assim desejar que fosse, mas que tentemos fazer, da melhor maneira possível, pelo menos o que Ele fez, mesmo não contando com tantos recursos da nossa modernidade. E que esse corpo se chamado Igreja, mostre em cada poro a extensão daquele do Cristo que almejou que o mundo sempre o tivesse como “O Emanuel”. Desta forma os reflexos do Bug do Éden, ou qualquer outro, serão incapazes de esgotar as virtudes que levam os seres humanos a prática da verdadeira fé, que os tornam fortes diante dos gigantes, ao ponto de verem cada dificuldade sendo transformada em relevantes possibilidades.
Meu desejo é que você, neste curto período se chamado “vida terrena”, seja plenamente despertado plenamente até dizer “Cristo vive em mim”.
E não como exceção, mas em regra, que “vivamos cada momento, como se Cristo voltasse naquele momento”.
Pr.Wilson Thinonin
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