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“ONZE
PERGUNTAS FEITAS AO DIABO”
Quando o Patrick passou-me o e-mail que um internauta nos enviou
sobre as "onze perguntas feitas ao diabo", fiquei pensando em
algumas coisas que hoje são vistas com desprezo ou até ignorância
sobre o “Coisa ruim”. Mesmo nos arraiais cristãos, enquanto algumas
pessoas consideram o assunto tomado por exageros, outras o vêem
apenas como elemento figurativo. Já andei por lugares onde assisti
uma verdadeira diabolatria, que vê e coloca o diabo onde ele não
está e não o tira de onde realmente deveria. Mas a questão do
momento leva-me a tocar numa tecla chamada “sutileza”. Hoje o trunfo
do inimigo não está tanto no campo do confronto, mas de uma
bem-sucedida operação nas entrelinhas. Perseguir cristão com canhão
é coisa de espírito imundo desatualizado ou até sucateado, pois o
negócio é apresentar um modelo de santidade à base da pirataria,
superficialismo, artificialismo e até parcialismo. Não importa o
presente desde que o papel o seja.
O que torna o terrorismo uma grande ameaça ao mundo? Sabemos que a
camuflagem e a infiltração são as táticas e as técnicas que fazem
dele um poder invisível. O episódio de 11 de setembro de 2001 prova
o quanto isso é verdade. Quem imaginava que aviões civis americanos
seriam a grande arma contra uma potencia militar de proporções
incalculáveis? O que fez as torres gêmeas caírem não foram bombas ou
mísseis vindos de outros continentes, mas uma bem elaborada ação
infiltrada do inimigo. Um território aparentemente imbatível se viu
vulnerável diante de um golpe fatal. Onde está Bin Laden? Estaria
vivo? Já pensou se soubessem onde ele realmente poderia estar? Iam
deixá-lo bem a vontade, lhe enviando até um aparelho de ar
condicionado para aliviar o calor ou o frio?
Bem sabemos que o inimigo é um fato. É um itinerante (Jó 2:2); age
quando tem lugar, e parece que é o que não lhe falta em nenhuma
esfera da vida - (Efésios 4:27) – (1 Pedro 5:8) Sempre está desejoso
por voltar aos seus velhos domínios. (Lucas 11:24)
O assunto pode parecer fábula, folclore ou lenda para um Steven
Spielberg deitar e rolar em suas produções Hollywoodianas, mas à luz
da bíblia é tão certo quanto “dois mais dois são quatro”. Para o que
chamo de mundo capetalista o que prevalece na central da oposição é
o lema: “Já que não podemos vencer na força, vamos nos juntar a
eles”. Lembra do chamado presente de grego? O tal do cavalo de
Tróia?
No esquema do mal a estratégia mais funcional ainda é aquela onde
ele mesmo consegue inserir na cabeça de muitos o fato dele não
existir ou quando muito ser objeto do mundo da ficção. É o que leva
muitas vítimas do próprio inimigo dizer “ essa história de diabo é
pura fantasia”.
Já viu falar dos dois ateus que queriam zombar de um pregador
dizendo que o diabo havia morrido de gripe suína? Então, quando eles
foram contar ao pregador, este se pôs em pé e logo os abraçou
dizendo: “Puxa já que o diabo morreu, então recebam meus pêsames,
pelo fato de vocês terem agora ficado órfãos”.
Essa infiltração dá tanto resultado que o capiroto consegue até
obter filhos, e foi o próprio Jesus quem confirmou tal paternidade e
suas devidas filiações (João 8:44). O assunto é profundo, mas
escrevo para notificar que colocamos a voz nas referidas “onze
perguntas feitas ao diabo e suas respostas”. Convido você a
assisti-la ou mesmo ouvir e até baixá-la para ser tocada em sua
rádio ou programa, caso ache interessante.....
Wilson Thinonin,
Clique aqui para assistir.
Aqui para baixar o áudio em boa resolução pelo megaupload. Espere
até aparecer uma janela pedindo que você digite as letras e logo o
áudio começará ser baixado para o local que você escolher |